
O mito da produtividade: por que fazer mais nem sempre significa realizar mais
O artigo questiona a crença de que produtividade é sinônimo de valor e que agendas lotadas demonstram competência. Com base em Peter Drucker, Cal Newport e Daniel Kahneman, a autora argumenta que confundimos movimento com progresso, atividade com impacto, e urgência com importância. Os profissionais mais respeitados não são os mais ocupados, mas os que sabem distinguir o que realmente merece sua energia. A conclusão é direta: produtividade não é a capacidade de fazer mais, mas a sabedoria de fazer aquilo que realmente merece ser feito, porque uma carreira relevante se constrói pela coerência entre o que fazemos todos os dias e o impacto que escolhemos deixar.








