
Empreender é humano
O artigo propõe que, antes de ser uma atividade econômica, empreender é uma experiência profundamente humana — porque toda empresa nasce de uma sequência de decisões, e toda decisão passa pela forma como seu fundador interpreta a realidade. Com base em Don Clifton, Daniel Goleman e Viktor Frankl, a autora argumenta que autoconhecimento, inteligência emocional e maturidade pessoal não são temas periféricos no empreendedorismo: são competências estratégicas. Nenhuma empresa se sustenta indefinidamente quando seu fundador deixa de crescer. O maior patrimônio de um negócio não está em sua tecnologia ou estratégia — está na consciência de quem o conduz.








